sexta-feira, 23 de outubro de 2009

nrich maths org

http://nrich.maths.org/public/



Alguns recursos com interesse (online)
Breve exploração...
Pequenos destaques:
http://nrich.maths.org/forteachers

Gostei deste artigo... para professores
http://nrich.maths.org/public/viewer.php?obj_id=5784
com ligação à tarefa interactiva que está AQUI:
http://nrich.maths.org/2293
Pareceu-me uma tarefa rica.... (applet online)

Outros exemplos de actividades interactivas online
.
(Também oferece tarefas para fazer sem computador).
Boas explorações!
Partilhado por Teresa Marques AQUI

terça-feira, 8 de setembro de 2009

As fracções e o desenvolvimento do sentido do número racional

Li há tempos um artigo na Revista Educação e Matemática 84 e hoje fui à procura dele.Tinha ideia de ter gostado de o ler e precisava de o reencontrar (experimentação do novo programa, tópicos a incluir já no 5.º ano, enquanto o NPMEB não abranger todos os anos de escolaridade... e busca de recursos para depois partilhar com formandos).

Como não sabia em que revista foi (tenho muitas)... fui para a internet, claro.


Encontrei logo ligação para uma versão digital e assim posso partilhar.


Mora AQUI



Partilhado por Teresa Marques

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Com o objectivo de continuar a promover a ciência e tecnologia junto da comunidade escolar, a Ciência Viva – ANCCT apresenta a linha de apoio a projectos Ciência na Hora – Microprojectos Ciência Viva. A Ciência na Hora tem como objectivo incentivar o desenvolvimento de métodos de ensino e abordagens pedagógicas inovadoras para o ensino experimental das ciências, garantindo um papel activo dos alunos no desenvolvimento das actividades.Esta iniciativa pretende ainda continuar a reforçar as ligações entre as escolas e as instituições científicas, reconhecendo os benefícios que têm sido gerados para ambos através dos projectos Ciência Viva.As candidaturas à Ciência na Hora decorrem entre 23 de Abril e 23 de Maio de 2009, e são exclusivas para estabelecimentos de ensino básico e secundário.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Portal Casa das Ciências

Vai decorrer no dia 18 de Maio de 2009, na Fundação Calouste Gulbenkian, a apresentação pública do Portal Casa das Ciências.

A Casa das Ciências é um projecto organizado pela Fundação Calouste Gulbenkian que visa a criação e manutenção de um portal de apoio aos professores das áreas científicas dos ensinos básico e secundário, que inclui, entre outras valências, materiais sobre Ciências na Natureza, Biologia, Física, Geologia, Matemática, Química e Astronomia. O portal pretende reunir materiais de qualidade que possam ser úteis aos professores. Os materiais são previamente avaliados, por pares, nas perspectivas científica e didáctica e estão organizados por níveis ensino e por disciplina. Todos os materiais têm uma descrição sintética, mas muito completa, do conteúdo e da sua “utilização pedagógica” (em que disciplina, tema e como podem ser utilizados). Incluem ainda informações sobre a maior ou menor interactividade e Links para a página original de onde foram retirados (quando é essa a situação).

Tendencialmente, pretende-se que este seja um portal colaborativo onde os professores disponibilizarão aos seus colegas os materiais que elaboraram para as suas aulas.

As inscrições para a sessão de apresentação do Portal podem ser efectuadas on-line no endereço http://www.casadasciencias.org/ .


Informação Partilhada por Carlos Miguel Santos, grupo 500 - Matemática

terça-feira, 10 de março de 2009

A Matemática... esse(s) problema(s)...

Comecem por ler a IC aqui.

Parece que estamos sempre a bater no mesmo e afinal... é preciso regressar a toda a hora às mesmas coisas.

Se é fácil escolher o caminho menos percorrido? Insistir na actividade de resolução de problemas a par com os necessários procedimentos que os suportam? E tudo com duas sessões semanais de menos do que 90 minutos cada uma em competição permanente com todas as solicitações que sugam os nossos jovens?
Não, não é mesmo nada fácil.
Chega a ser frustrante e desesperante. É um caminho muito penoso. Dá muito trabalho ao professor e nem sempre ajuda à sua auto-estima com tantas dificuldades com que se vai cruzando.
É mais fácil caminhar por entre os procedimentos... eles decoram... mecanizam e vai de ter Bons e Muito Bons se os testes se suportarem apenas, por exemplo, na resolução de expressões numéricas. Eu sei. Sabe bem. O ego fica contentinho. Já recuperei a muito custo uns quantos este ano para esse lado mais simples da Matemática. Mas não é disso apenas que a matemática é feita. Aliás, isso apenas suporta a sua função maior. Se o ego ficar contentinho com tão pouco, não estamos a cumprir a nossa missão nesta disciplina.

Mas, ao mesmo tempo que me chega o desespero em dias como os das últimas semanas, em que ando de volta dos problemas sem os largar e surgem negativas na sequência de Muito Bons, também, aos poucos, se vão verificando alguns progressos.

Não baixo os braços.
É mais difícil assim, bem sei. Mas respeito demais os alunos para lhes exigir menos, colaborando na falsa sensação de que tudo corre bem e que somos todos magníficos a resolver expressões, mas incapazes de ler um enunciado ou aplicar o que temos aprendido recentemente. Se consigo com todos? Não. Mas não me canso de tentar.

Uma coisa é certa.
Não formato cabecinhas (já o disse muitas vezes). Procuro que aos poucos encontrem a compreensão que os levará progressivamente a soluções com maior economia/elegância matemática nos gestos. Continuo a comprovar que estou no caminho certo quando vejo o mesmo problema resolvido pelos alunos de muitas formas diferentes, privilegiando o cálculo ao desenho e até ensaiando, por vezes (como vou sugerindo), a escrita de uma expressão numérica única que traduza a solução.

Mas precisava de tempo de qualidade com menos alunos à frente e mais individualização dos processos de apoio. Não duvido que conseguiria ir bem mais longe. A minha turma de quase trinta alunos está a fazer um percurso complicado... ao qual se acrescentam várias crianças estrangeiras que dominam precariamente o português e algumas portuguesas com domínio também precário da língua e de... outras coisas...
Claro que a solução de sucesso no meu país foi o aumento do número de alunos nas turmas sem terem sequer o direito a redução quando há crianças especiais nelas. E subtrair tempo aos professores para poderem fazer o que realmente deviam andar a fazer.
Aplausos. Muitos aplausos pelas iniciativas que revelam um total desconhecimento do que são os jovens e as escolas no século XXI. Há diferenças... já deram por isso?

Ter um aluno este ano que veio de outra escola, repetindo o 6º com negativa a Matemática, a oferecer-me uma das soluções mais simples e elegantes da turma, no teste de hoje, tem de ser motivo de alegria. Ele, este ano e nesta nova escola, decidiu estar atento e estudar (o maior contributo para o sucesso foi seu, não meu) e deu comigo por acaso: alguém que não os limita aos mínimos para fingir que somos todos o máximo...
Não somos o máximo. Temos de nos esforçar todos os dias: eu e eles.

Para além de alguns progressos, também tenho muitas tarefas complicadas pela frente. Alunos "muito bons" em procedimentos e memória que a uma pergunta do tipo: quantos dias demoram para gastar os 5 litros de leite... respondem... 3,35 litros... Outros excelentes que... reduzem litros a... gramas(?) e até a mm(!)
Não podemos estar a toda a hora a rever todos os conteúdos que ficam para trás... mas habituei-me a trazer para a mesa uma imensidade de coisas ao mesmo tempo, pois é cada vez mais nítida a sensação de que tudo o que não é puxado continuamente para o presente é rapidamente desaprendido e enterrado por milhares de outras coisas que povoam as suas vidas com mais intensidade. As tecnologias e os jogos no centro. A TV também.
É um combate duro de travar nos tempos de hoje.

Não os deixo parar para respirar.
Não me deixo parar a mim para respirar.
Meninos! Mãos à obra! Ainda há muito caminho para ser feito!
A ver se na quinta já levo os testes todos vistos para avançarmos com o esclarecimento de dúvidas e correcções.
(A tese? A tese é nos intervalos deles... nunca eles nos intervalos da tese. O bem público acima do privado... como a política devia ser... pois...)

Para os interessados, deixo aqui alguns dos exemplos de respostas dos alunos, montados sem preciosismos numa apresentação em powerpoint. Porque na partilha se aprende/aprendia muito e porque a escola deixou de ser tempo/ter tempo para a troca de experiências e reflexão).


(Partilhado por Teresa Marques)

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Matemática... em movimento

Procurava eu uma forma de levar os alunos a visualizar melhor a "prova" da afirmação de que "a soma dos ângulos internos de um triângulo é sempre 180º", quando dei com estas animações - destaque para a primeira (poderiam ser programadas em Scratch por alunos...):





E depois com a preciosidade que se segue...

(... foi você que pediu uma revisão de alguns conceitos de trigonometria? Ou um recurso interessante para as aulas? Sim?
Então, delicie-se!)




E não esgota...
Encontrei "na zona Youtube relacionada", mais algumas animações que parecem interessantes...

-------
Na plataforma do Scratch do MIT, existem vários projectos com "tag" trigonometria AQUI:
http://scratch.mit.edu/tags/view/trigonometry

(Alguns são interessantes...)


Partilhado por Teresa Marques

sábado, 31 de janeiro de 2009

Coisas várias...

Ciências da Natureza...
Scratch
Clube
Blogues

AQUI



(partilhado por Teresa Marques)