Disponibilizamos em MAT9 três fichas de apoio sobre sistemas de equações.
Bom trabalho!
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
Scratch na educaçção de adultos - Azeitão
Os formandos da turma
EFA NS TI tiveram a sua primeira experiência com uma linguagem de programação,
neste caso, o Scratch.
Ao longo das várias aulas, os formandos exploraram componentes estruturais de programação e implementaram uma sequência lógica na resolução dos problemas, com base nos fundamentos associados à lógica da programação, efetuando assim a integração de conteúdos e estimulando a criatividade na criação de produtos (jogos, animações, histórias interativas, etc.).
Para um primeiro contacto com este tipo de linguagem, foi gratificante ver a sua evolução e perspicácia na resolução de alguns exercícios. Como prova disso, aqui ficam os alguns dos seus testemunhos:
Fátima Barros
Ao longo das várias aulas, os formandos exploraram componentes estruturais de programação e implementaram uma sequência lógica na resolução dos problemas, com base nos fundamentos associados à lógica da programação, efetuando assim a integração de conteúdos e estimulando a criatividade na criação de produtos (jogos, animações, histórias interativas, etc.).
Para um primeiro contacto com este tipo de linguagem, foi gratificante ver a sua evolução e perspicácia na resolução de alguns exercícios. Como prova disso, aqui ficam os alguns dos seus testemunhos:
“Trabalhar com o scratch tem sido fácil. Às vezes
parece ser complicado, mas nada que com uma boa leitura não resolva. Trabalhar com o scratch tem sido
‘fabulástico’” (Diogo)
“O scratch é muito
mais apelativo, dá-nos entusiasmo, conseguimos aprender e ao mesmo tempo
divertirmo-nos muito” (Sónia)
“O scratch foi uma forma de aprender
programação, simples e eficaz”. (Vítor)
“O Scratch é um programa engraçado e
permite-nos criar programação de forma divertida e simples.” (João Lázaro)
“O Scratch está direcionado para jovens
de tenra idade e está "desenhado" de uma forma divertida e didática,
neste contexto é uma ótima ferramenta para quem está a iniciar linguagem
informática, fundamentalmente a parte lógica ("se",
"então", "ou"), termos estes essenciais para este tipo de
programas”. (Mário)
“A programação
Scratch não é difícil. Esta linguagem de programação possibilita a criação histórias
e jogos”
(João Gago)
“O Scratch é um programa educativo e fácil de utilizar” (Ana Paula)
“Não acho o Scrach
fácil, mas é muito interessante, criativo e divertido”. (Leonor)
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
DIA + no Clube Scratch time (do DMCE)
Cinco turmas depois, um saldo muito positivo. Os alunos trabalharam com afinco e produziram, no pouco tempo disponível, projetos muito interessantes. A maioria dos alunos pertencia ao terceiro ciclo e muitos vão continuar com as professoras da disciplina de TIC o trabalho agora iniciado.
As professoras Ana Almeida, Anabela Armando e Teresa Marques receberam os alunos com entusiasmo (e chocolates para quem conseguisse fazer numa hora um projeto com princípio, meio e fim). Uma palavra especial aos nossos três monitores de serviço, alunos do 8.º ano que apoiaram os seus colegas com muita mestria e paciência!
Eis aqui a reportagem de um desses momentos (com uma das turmas de 9.º ano):
As professoras Ana Almeida, Anabela Armando e Teresa Marques receberam os alunos com entusiasmo (e chocolates para quem conseguisse fazer numa hora um projeto com princípio, meio e fim). Uma palavra especial aos nossos três monitores de serviço, alunos do 8.º ano que apoiaram os seus colegas com muita mestria e paciência!
Eis aqui a reportagem de um desses momentos (com uma das turmas de 9.º ano):
Mais fotografias no álbum EduScratch do facebook AQUI
segunda-feira, 6 de outubro de 2014
sábado, 13 de setembro de 2014
As Metas de matemática... e então? (Ouvir as Medalhas, por Paulo Correia)
Agora que o ano se inicia e que, pela primeira vez, vamos ter de
aplicar o documento das metas e matemática no 5.º e 6.º anos, deixo aqui o texto
de Paulo Correia reforçando que o que sempre fiz/fizemos é o correto e
que quem mais sabe é assim que recomenda.
Valor Absoluto por Paulo Correia - Ouvir as Medalhas...
A notícia mais importante para a comunidade matemática chegou, como esperado, em agosto, apesar de, por cá, ninguém ter dado muita importância ao assunto. Refiro-me naturalmente à entrega da Medalha Fields a quatro (jovens?) matemáticos - uma espécie de prémio Nobel... só que melhor!
Esta atribuição das medalhas Fields poderia ter sido observada sob vários aspetos interessantes, como o facto de pela primeira vez ser atribuída a uma mulher (e logo a uma natural de um país onde o género não é, de todo, uma variável sem relevância)… ou pela primeira vez ser atribuída a um sul-americano (e logo dos que falam português)... ou pela primeira vez ser atribuído a um Austríaco… ou pela primeira vez atribuído a um matemático de ascendência indiana… ou ainda do facto de um matemático português ter comentado esta notícia para a BBC...
Contornando o aprofundamento de análises de âmbito menos matemático, bem como as análises de âmbito mais matemático como as áreas de investigação dos quatro medalhados, podemos procurar indícios das conceções associadas ao ensino da matemática que foram sendo apontadas pelos premiados:
Numa entrevista, Maryam Mirzakhani, aponta uma aprendizagem da matemática sustentada na resolução de problemas como um factor relevante para explicar o seu sucesso… mais do que avançar rapidamente para os conceitos mais “avançados” («we were more focused on problem solving rather than taking advanced courses»).
Artur Avila defendeu numa entrevista de 2009 que um ensino baseado na repetição promove a falta de interesse pela matemática («um monte de regras abstratas e depois aplicar aos alunos uma série de exercícios repetitivos. (...) Isso é muito chato.»)…
O desenvolvimento de atitudes positivas em relação à matemática é o conselho que Martin Hairer dá aos jovens matemáticos («The first thing they should honestly asses is what are the things that they like to do. I think they should really work on the things that they actually like and enjoy»).
Mas Manjul Bhargava, foi mais específico no seu entendimento do ensino da matemática, deixando três sugestões concretas:
- para além da ciência, as aulas de matemática devem ser enriquecidas com artes;
- os alunos não devem resolver as tarefas numa abordagem robótica - o processo de descoberta é o mais importante;
- a matemática deve ser interativa e colaborativa, os alunos devem trabalhar em conjunto.
Segundo Bhargava, é assim na investigação em matemática, e deve ser assim na sala de aula.
(«- Maths problems should be motivated not just through the sciences, but also through the arts: puzzles, toys, magic, poetry, music - these should all form a key part of the mathematics classroom.
- Students should not be taught to solve problems in a robotic way; instead, they should be guided to discover key mathematics ideas on their own. Maths should be a creative exciting process of discovery!
-Maths should be interactive and collaborative. Students should be encouraged to discover things together, and work together.
This is how mathematics research is, and so this should be reflected in the classroom!»)
Ideias como estas para a definição do curriculo e da concepção do processo de ensino e aprendizagem têm sido classificadas de forma depreciativa como “românticas”. Pretendeu-se sustentar que um curriculo centrado na resolução de problemas era pouco estruturado, pouco ambicioso e facilitista. Alguns defendem mesmo o mérito de tarefas com ênfase na repetição como a chave para o sucesso, ou as vantagens de chegar depressa a “patamares mais avançados” para conseguirmos preparar melhor os melhores alunos…
Afinal, as evidências parecem sustentar que estes matemáticos (jovens e de mérito reconhecido) estão de acordo com os investigadores em educação matemática… são medalhas merecidas!
Valor Absoluto por Paulo Correia - Ouvir as Medalhas...A notícia mais importante para a comunidade matemática chegou, como esperado, em agosto, apesar de, por cá, ninguém ter dado muita importância ao assunto. Refiro-me naturalmente à entrega da Medalha Fields a quatro (jovens?) matemáticos - uma espécie de prémio Nobel... só que melhor!
Esta atribuição das medalhas Fields poderia ter sido observada sob vários aspetos interessantes, como o facto de pela primeira vez ser atribuída a uma mulher (e logo a uma natural de um país onde o género não é, de todo, uma variável sem relevância)… ou pela primeira vez ser atribuída a um sul-americano (e logo dos que falam português)... ou pela primeira vez ser atribuído a um Austríaco… ou pela primeira vez atribuído a um matemático de ascendência indiana… ou ainda do facto de um matemático português ter comentado esta notícia para a BBC...
Contornando o aprofundamento de análises de âmbito menos matemático, bem como as análises de âmbito mais matemático como as áreas de investigação dos quatro medalhados, podemos procurar indícios das conceções associadas ao ensino da matemática que foram sendo apontadas pelos premiados:
Numa entrevista, Maryam Mirzakhani, aponta uma aprendizagem da matemática sustentada na resolução de problemas como um factor relevante para explicar o seu sucesso… mais do que avançar rapidamente para os conceitos mais “avançados” («we were more focused on problem solving rather than taking advanced courses»).
Artur Avila defendeu numa entrevista de 2009 que um ensino baseado na repetição promove a falta de interesse pela matemática («um monte de regras abstratas e depois aplicar aos alunos uma série de exercícios repetitivos. (...) Isso é muito chato.»)…
O desenvolvimento de atitudes positivas em relação à matemática é o conselho que Martin Hairer dá aos jovens matemáticos («The first thing they should honestly asses is what are the things that they like to do. I think they should really work on the things that they actually like and enjoy»).
Mas Manjul Bhargava, foi mais específico no seu entendimento do ensino da matemática, deixando três sugestões concretas:
- para além da ciência, as aulas de matemática devem ser enriquecidas com artes;
- os alunos não devem resolver as tarefas numa abordagem robótica - o processo de descoberta é o mais importante;
- a matemática deve ser interativa e colaborativa, os alunos devem trabalhar em conjunto.
Segundo Bhargava, é assim na investigação em matemática, e deve ser assim na sala de aula.
(«- Maths problems should be motivated not just through the sciences, but also through the arts: puzzles, toys, magic, poetry, music - these should all form a key part of the mathematics classroom.
- Students should not be taught to solve problems in a robotic way; instead, they should be guided to discover key mathematics ideas on their own. Maths should be a creative exciting process of discovery!
-Maths should be interactive and collaborative. Students should be encouraged to discover things together, and work together.
This is how mathematics research is, and so this should be reflected in the classroom!»)
Ideias como estas para a definição do curriculo e da concepção do processo de ensino e aprendizagem têm sido classificadas de forma depreciativa como “românticas”. Pretendeu-se sustentar que um curriculo centrado na resolução de problemas era pouco estruturado, pouco ambicioso e facilitista. Alguns defendem mesmo o mérito de tarefas com ênfase na repetição como a chave para o sucesso, ou as vantagens de chegar depressa a “patamares mais avançados” para conseguirmos preparar melhor os melhores alunos…
Afinal, as evidências parecem sustentar que estes matemáticos (jovens e de mérito reconhecido) estão de acordo com os investigadores em educação matemática… são medalhas merecidas!
Paulo Correia - Professor de Matemática da Escola Secundária de Alcácer do Sal e responsável pela página mat.absolutamente.net
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
New Study: Engage Kids with 7x the Effect
Agora que o ano começa... gestos importantes que fazem a diferença!
AQUI

Mais recursos
AQUI - Student Engagement: Resource Roundup
(Fonte: edutopia)
AQUI
Mais recursos
AQUI - Student Engagement: Resource Roundup
(Fonte: edutopia)
21 GIFs That Explain Mathematical Concepts
Recursos excelentes...
AQUI
Alguns exemplos:
E mais um:
AQUI
Alguns exemplos:
Exterior angles of polygons will ALWAYS add up to 360 degrees:


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Via: math.stackexchangeIf you’re studying trig, you better get pretty comfortable with circles. Check out this visualization that shows what you’re really looking at when you deal with pi:

Via: imgur
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